sábado, 9 de março de 2013

Rebolantes

Aprecio o ba-ti-bum-bum
O requebrado incontido dos quadris.
Coisa de mulata, de morena?
Ah se remelexo tivesse cor...
Escolhia uma aquarela.

O chorinho embala os prantinhos
Em cada canto incontáveis.
Catando o que nos resta
Insistimos lutando.
Cantantes, sambantes!

Bebemos o sabor dos festejos
E esquecemos os lampejos de dor.
Ao final, como em outros carnavais
Sentimentos e corpos despertam
Atritam-se rebolantes!

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