domingo, 20 de dezembro de 2015

Conjugar

Conjugar de nomes, constantes, gritantes.
As mãos adormecidas pelo incessante censurado.
O atender conjunto,
é furado!

Agonia,
O não saber fazer,
A lixeira do mundo,
Não quero ser.

Especialistas, espiritualistas, conselheiros.
Calem, preciso que isso cale.
Pois não há conjugação.
Oh não dá, perdoa iáiá.

Já ,chegou a hora 
Do meu caminhar,
Sadio, liberto.
Sem conserto.




quarta-feira, 22 de julho de 2015

A flor ou cor?


No desatinar da rotina,
Como sempre, todo dia,
Me pergunto a flor ou a cor?
E me furto ao amor.

A flor, aguarda pelo passarinho
Que dá um beijinho.
 E bem rapidinho, faz brotar,
Mais um botão, todo proza, neste verso.

Já a cor, ainda que multifacetada,
Aquarelada, 
Não é perfumada.
E para cada criatura,
Ela é apenas uma superfície.

O que importa a cor ou a flor?
A cor é convite,
Para a flor que existe,
A esperar pelo amado do mato adentrar.




segunda-feira, 30 de março de 2015


Confissões

Saçaricando,
Sem ar, a tormenta do olhar.
Dobra, desdobra, redobra.
Em muito concorda.

Não acorda,
Rói a corda,
Ri,
Cai o queixo.

O desfecho,
Nada prevejo.
Vai cair,
Em si ou encima?


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015


Será que?

Encanto esconde o canto
Do porvir, que querendo rir...um tanto.
Luz de pedra
Que resiste desigual,
Com muita água e pouco sal...

Deixou, vazando o afinar dos tons
Tontos , tagarelas.
Embebidos em nor- sem mar.
Insanidades desviantes.

Será que?
O mar encontra a..reia