Pinça
De um ponto ao outro me desloco.
Daquele que fala de tudo
como se pudesse sabe-lo
passo da mestria à pinça.
Precisa essa pinça
que não cessa de devolver os excessos,
que fazem deslizar algumas cadeias.
E de que falam?
Falam,
algumas verdades versadas
que a cada um compete compreende-las,
não-todas e de um ponto a outro deslocar-se.
Ainda que em milimétricos espaços
deslocam-se.
Alguma coisa cede
na luta da verdade com a dúvida.
sábado, 19 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Japão
Ondas de lágrima me habitam, tremem a cada novo abalo. Sempre me perguntei de que maneira, a partir de olhos tão apertados, os japoneses conseguem enxergar o mundo sob sua lente de aumento da sabedoria. E sabedoria que se constrói, dia-a-dia sem fórmulas previamente prontas, há sempre algo a se inovar, inventar.
Chegam a me faltar palavras, explicações, ainda menos. Mas, ficam a admiração e o respeito por essa cultura e esse povo, tão peculiar.
Ondas de lágrima me habitam, tremem a cada novo abalo. Sempre me perguntei de que maneira, a partir de olhos tão apertados, os japoneses conseguem enxergar o mundo sob sua lente de aumento da sabedoria. E sabedoria que se constrói, dia-a-dia sem fórmulas previamente prontas, há sempre algo a se inovar, inventar.
Chegam a me faltar palavras, explicações, ainda menos. Mas, ficam a admiração e o respeito por essa cultura e esse povo, tão peculiar.
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