Aprecio o ba-ti-bum-bum
O requebrado incontido dos quadris.
Coisa de mulata, de morena?
Ah se remelexo tivesse cor...
Escolhia uma aquarela.
O chorinho embala os prantinhos
Em cada canto incontáveis.
Catando o que nos resta
Insistimos lutando.
Cantantes, sambantes!
Bebemos o sabor dos festejos
E esquecemos os lampejos de dor.
Ao final, como em outros carnavais
Sentimentos e corpos despertam
Atritam-se rebolantes!