Construimos o tempo todo uma idéia, um pensamento... Eis que algo se concretiza mesmo que seja outra idéia, até porque a outra já não era tão boa. Mas com que propósito construimos? Será que não nos bastamos com que já existe?
Acho que basta não é uma palavra que nós humanos recebemos de bom grado, há sempre algo a mais que buscamos, caminhamos em direção e muitas vezes não sabemos ao certo o que é... E isso é bom ou é ruim? Bom, não sei ao certo, mas tudo tem um lado bom e outro ruim.
Quando não nos bastamos com algo corremos o risco de nos equivocarmos achando que um dia alguma coisa irá nos bastar, o que seria um egano, já que se desejamos não há nada que nos baste. Parece um pouco pessimista. Por outro lado, não se bastar é a única possibilidade de construirmos ,de estarmos sempre nesse movimento de fazer a cada dia, cada escolha, cada relacionamento uma novidade, uma surpresa, mesmo que com os mesmos personagens, cenário e roteiro, aqui e ali fazemos adaptações, mudamos o rumo, pintamos de outra forma e ainda podemos mudar tudo, tudo mesmo!!!!!!
Nossa parece muito radical essa última parte de mudar tudo, porque a gente nunca sabe realmente no que dá para mexer, aqui e ali existem coisas que a gente reaproveita, melhor recicla e que fazem parte, são nossos alicerces que não abrimos mão, é nosso, é isso que nos torna singulares. Até porque, até hoje eu nunca ouvi falar de construção sem alicerce, nem mesmo da imaginação de um arquiteto e olha que tenho uns amigos meus nessa profissão, ou pelo menos construindo para se tornar um.
É isso, giramos em torno do próprio eixo, mas mudamos, estações várias, espécies muitas, surpresas todas, diferentes, novas, sempre, agora.
Acho que basta não é uma palavra que nós humanos recebemos de bom grado, há sempre algo a mais que buscamos, caminhamos em direção e muitas vezes não sabemos ao certo o que é... E isso é bom ou é ruim? Bom, não sei ao certo, mas tudo tem um lado bom e outro ruim.
Quando não nos bastamos com algo corremos o risco de nos equivocarmos achando que um dia alguma coisa irá nos bastar, o que seria um egano, já que se desejamos não há nada que nos baste. Parece um pouco pessimista. Por outro lado, não se bastar é a única possibilidade de construirmos ,de estarmos sempre nesse movimento de fazer a cada dia, cada escolha, cada relacionamento uma novidade, uma surpresa, mesmo que com os mesmos personagens, cenário e roteiro, aqui e ali fazemos adaptações, mudamos o rumo, pintamos de outra forma e ainda podemos mudar tudo, tudo mesmo!!!!!!
Nossa parece muito radical essa última parte de mudar tudo, porque a gente nunca sabe realmente no que dá para mexer, aqui e ali existem coisas que a gente reaproveita, melhor recicla e que fazem parte, são nossos alicerces que não abrimos mão, é nosso, é isso que nos torna singulares. Até porque, até hoje eu nunca ouvi falar de construção sem alicerce, nem mesmo da imaginação de um arquiteto e olha que tenho uns amigos meus nessa profissão, ou pelo menos construindo para se tornar um.
É isso, giramos em torno do próprio eixo, mas mudamos, estações várias, espécies muitas, surpresas todas, diferentes, novas, sempre, agora.
Aaah miga! Não tem nada de pessimista nisso. É completamente verdade que não há nada que nos baste. Mal conseguimos uma coisa e já estamos na busca de algo novo. É sempre assim. Adorei o texto! Principalmente a parte que vc fala do arquiteto! E minha primeira obra como arquiteta vai ser a construção de mim mesma como tal. Poético isso! hehe ;****
ResponderExcluirAh muito poético miga e espero que possamos construir nós mesmas como tal, sem direito a reedições, rs!
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